PRÊMIO SANTANDER
Universidade Solidária

Conheça os 16 finalistas

Renda artesanal Singeleza, patrimônio imaterial em recuperação Foto: Ricardo Lêdo

Centro Universitário CESMAC (CESMAC)

Projeto: Desenvolvimento das Mulheres Rendeiras da Singeleza

A renda Singeleza, rara, delicada e reconhecida como patrimônio cultural imaterial pela Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas (Secult), superou, há cerca de dez anos, o risco de extinção. Hoje, é produzida em alguns municípios de forma caseira e sem organização, por rendeiras donas de casa, que obtêm pouco retorno financeiro. O projeto Desenvolvimento das Mulheres Rendeiras da Singeleza, do Centro de Estudos Superiores de Maceió (AL), visa contribuir para profissionalizar a produção e a comercialização de peças da comunidade do município de Paripueira. “Nossa ideia é promover a capacitação técnica, com treinamentos em desenvolvimento de acabamentos e de peças de design, com a ajuda de estilistas, e em áreas do conhecimento como Administração, Contabilidade e Direito, com o assessoramento de alunos da instituição de ensino”, diz a coordenadora do projeto e do curso de Arquitetura e Urbanismo Adriana Guimarães Duarte. Além disso, está prevista a aquisição de equipamentos e materiais necessários para o desempenho das atividades.

Primeiras reuniões  com a comunidade quilombola de Pimenteiras do Oeste (RO)

Faculdade da Amazônia (FAMA)

Projeto: Implantação de Sistema de Criação de Frango Caipira

O projeto de Implantação de Sistema de Criação de Frango Caipira, criado pelo professor de Zootecnia Petterson Souza Sima, traz uma proposta de sistema de avicultura comunitário de fácil aplicação e retorno financeiro rápido – com tempo de abate das aves a partir de 90 dias – para gerar renda na comunidade quilombola de Pimenteiras do Oeste (RO). Ele prevê um galpão com capacidade para 400 frangos de corte e de um pequeno abatedouro. “Alunos e professores da instituição oferecerão capacitação voltada para a criação e implantação do abatedouro, para que a comunidade dos quilombolas se torne apta a administrar o trabalho de forma independente”, diz o atual coordenador do projeto, e do curso de Zootecnia, Giancarlo Dalla Costa.

No galpão da Coopersul, cooperados, professores e alunos em atuação

Faculdade Pitágoras (PITÁGORAS)

Projeto: Cooperativa de Catadores: Geração de Renda, Reciclagem e Gestão Ambiental

Organizar a cooperativa de reciclagem Coopersul em aspectos como produção, logística, atendimento médico e psicológico dos catadores. A iniciativa busca contribuir para gerar renda aos catadores, estimular sua autoestima, dignidade e interação com a comunidade, promover a educação ambiental na região sul de Poços de Caldas (MG). Esses são objetivos do projeto Cooperativa de catadores: geração de renda, reciclagem e gestão ambiental, iniciado há cerca de um ano pela Pitágoras, do Grupo Kroton. O plano de ação, elaborado após o diagnóstico inicial de estudantes de Farmácia, Engenharia e Psicologia, inclui a compra de equipamentos de coleta e acondicionamento, consulta médica semanal, o controle de entrada e saída de estoque por um contador e dinâmicas de grupo com psicólogos. “Um dos maiores problemas do cooperativismo no Brasil é a alta rotatividade”, diz a responsável pelo projeto Yula de Lima Merola, coordenadora do curso de Farmácia. “Por isso, a ideia é que o catador entenda a cooperativa como sua empresa e perceba a importância de trabalhar para que ela cresça.”

Treinamento na torrefação de castanhas de caju em forno do CeTeAgro

Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)

Projeto: Desenvolvimento e Comercialização de Barras Energéticas a Partir de Produtos Locais

Apoiar o desenvolvimento e gerar renda nas associações Broto Frutos Culinária do Cerrado, em Campo Grande (MS), e Cooperana, no assentamento Nova Aliança, em Terenos (MS). É o o que objetiva o projeto Desenvolvimento e Comercialização de Barras Energéticas a Partir de Produtos Locais, da UCDB. Para isso, propõe a fabricação de barrinhas doces e salgadas, nutricionalmente equilibradas, já desenvolvidas pelo Centro de Tecnologia e Análise do Agronegócio (CeTeAgro). As barras doces utilizam mel, farinha de mandioca (no lugar dos cereais) e frutas locais desidratadas, o que favorece os produtores. “Na zona rural, um dos grandes problemas é escoar a produção, e o projeto cumpre essa tarefa”, diz Marney Pascoli Cereda, coordenadora do projeto e do CeTeAgro. Já foram realizados encontros e treinamentos ativadores com as comunidades. O objetivo agora é desenvolver as barrinhas salgadas e, em conjunto com o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, um complemento de prensa para ampliar a produção e atingir 40 mil barrinhas por mês em dois anos.

Copos produzidos a partir de garrafas de vidro

Universidade de São Paulo (USP)

Projeto: Copos Ecológicos: Alternativas para Reutilizar e Reciclar Garrafas de Vidro

Apesar de ser 100% reciclável, o vidro acaba desprezado pelos catadores de resíduos sólidos urbanos por conta do baixo preço de venda. A produção de copos a partir de garrafas é a solução do projeto Copos Ecológicos: Alternativas para Reutilizar e Reciclar Garrafas de Vidro, da USP em São Carlos (SP). Ele objetiva ampliar a reciclagem, agregar valor ao material e gerar mais renda para a Cooperativa de Catadores dessa cidade, a Coopervida. Os cooperados receberão uma cortadeira de garrafas e treinamento para o acabamento de bocal a fogo. Uma trituradora de vidros permitirá o beneficiamento de cacos para venda como matéria-prima às empresas vidreiras da região. Os cooperados receberão treinamentos operacionais de máquinas, de gestão, comercialização e de outros produtos futuros. “Com a possibilidade de produzir copos, os catadores já olham para o vidro de forma diferente”, diz o coordenador do projeto Eduardo Bellini Ferreira, professor da Escola de Engenharia de São Carlos. “Esse estímulo inicial pode nos ajudar a expandir a reciclagem do vidro na cidade.”

Alunos em visita às instalações de produtores assentados

Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Projeto: Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Aves no Assentamento Iraci Salete

Há dois anos, o projeto Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Aves no Assentamento Iraci Salete, da UEL, trabalha com agricultores desse assentamento, em Alvorada do Sul (PR), para melhorar a criação de aves e sua produtividade, adotando medidas de agroecologia. Isso garante não apenas produtos próprios para consumo como aptos à comercialização para gerar renda. Em encontros e palestras, produtores, estudantes e professores discutem necessidades e objetivos e planejam ações. A principal já adotada foi viabilizar a venda de ovos, obtendo o atestado legal exigido de que são livres de salmoneloses. “Agora queremos trabalhar o manejo e o abate de aves, bem como a gestão de qualidade, desenvolvimento de marca e comercialização”, diz a coordenadora do projeto Ana Maria Bridi, professora do Departamento de Zootecnia. Para isso, por lei, é preciso desenvolver um abatedouro com selo de inspeção. “Assim, os assentados podem aumentar sua renda, em média, 30%.”

Coleta de espécies alimentícias não convencionais da região de Botucatu (SP)

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)

Projeto: Resgate de Tradições no Cultivo de Plantas Alimentícias Não Convencionais

Se hoje não estão mais presentes nos pratos dos agricultores familiares da região de Botucatu (SP), espécies como a beldroega (Portulaca oleracea L.) e a serralha (Sonchus arvensis L.) já foram parte importante de sua alimentação em um passado recente. O projeto Resgate de Tradições no Cultivo de Plantas Alimentícias Não Convencionais, da UNESP, quer reincorporar o cultivo e o uso dessas plantas alimentícias não convencionais (Panc), com a finalidade de gerar renda alternativa e soberania alimentar. “Muitas vezes há um potencial nutricional altíssimo totalmente desconhecido dentro das propriedades, e isso causa um grave impacto: comemos mais, mas com menos diversidade”, diz o coordenador do projeto Filipe Pereira Giardini Bonfim, professor do curso de Agronomia. Com enfoque agroecológico, o projeto contribuirá para o desenvolvimento sustentável de áreas florestais. Enquanto pequenos produtores locais receberão instruções para o manejo das Panc, consumidores serão conscientizados das novas possibilidades, por meio de cartilhas e elaboração de pratos.

Ostreicultor em estação de criação de ostras em Cananeia (SP)

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)

Projeto: SemOstra – Sementes de Ostras Nativas

Ampliar a renda e fortalecer a comunidade quilombola do Mandira, em Cananeia (SP), com a extração e o comércio de ostras nativas (Crassostrea sp) do manguezal. Esta é a diretriz do projeto SemOstra – Sementes de Ostras Nativas, da UNESP, que objetiva aumentar a produção, a qualidade e a venda dessas ostras pela Cooperativa dos Produtores de Ostra de Cananeia (Cooperostra), e introduzir uma nova fonte de renda. Primeiramente, ensinando os ostreicultores a produzir suas próprias sementes (ostras jovens) em cativeiro, usar coletores artificiais feitos com garrafas PET, e valorizar o produto final com o uso de epinefrina, para que as conchas tradicionalmente irregulares dessa ostra se apresentem de forma mais padronizada. “Isso permitirá a diferenciação do produto dessa cooperativa – que passa por depuração para retirada de resíduos e micro-organismos – daquele vendido por atravessadores,” explica Iracy Léa Pecora, coordenadora do projeto e do Laboratório de Aquicultura do Instituto de Biociências do Campus do Litoral Paulista. Uma segunda ação será a produção de ladrilhos para decoração feitos com farinha de conchas e argila.

Coordenadora e agricultores do projeto na Feira Orgânica da UFAL

Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

Projeto: Colhendo Bons Frutos: Nutrição e Agroecologia

O projeto Colhendo Bons Frutos: Nutrição e Agroecologia, da UFAL, promove desde 2014 a inclusão socioeconômica da comunidade do assentamento Zumbi dos Palmares, em Branquinha (AL), pelo cultivo e beneficiamento de produtos agroecológicos. Atualmente, incentiva a participação desses agricultores nas feiras orgânicas da universidade e na Praça do Centenário, em Maceió. Os temas do projeto estão sendo tratados em disciplinas do curso de graduação em Nutrição e Serviço Social, e em atividades educativas para a comunidade. “Nossos próximos objetivos incluem a realização de oficinas e cursos de capacitação para os agricultores em economia solidária, desenvolvimento sustentável e políticas públicas que fortalecem a agricultura familiar e a agroecologia”, diz a coordenadora do projeto Maria Alice Araújo Oliveira, professora da Faculdade de Nutrição. Com investimentos em irrigação e apicultura será possível ainda diversificar a produção. Em 2015, estão envolvidos na equipe professores e técnicos com formação diversificada e sete alunos dos cursos de Nutrição, Design e Comunicação. O projeto tem parcerias com o Instituto Mundo Unido, o Sebrae-AL e a Secretaria de Agricultura do Estado.

Caixas com umbu embarcadas em transporte para a venda

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Projeto: Fortalecendo o Cultivo do Umbu na Comunidade

Atualmente, o cultivo do umbu, fruto típico da região do semiárido, é realizado precariamente na comunidade de Duas Serras, localizada na zona rural da Paraíba. Cerca de 80% da produção é descartada por falta de local de armazenamento. Para profissionalizar e potencializar a atividade, aumentar a geração de renda, a autonomia e a autoestima das famílias, o projeto Fortalecendo o Cultivo do Umbu na Comunidade, da UFCG, pretende oferecer treinamentos e recursos. Eles serão ministrados por alunos e professores de Agroecologia, Ciências Sociais, Educação do Campo, Gestão Pública e Engenharia de Produção do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA-UFCG), baseados nos princípios da economia solidária e da sustentabilidade. Serão abordados temas como beneficiamento, cultivo, armazenamento (com compra de equipamentos adequados), distribuição, marketing e venda. “Paralelamente, trabalharemos a emancipação da comunidade para que, após dois anos, ela consiga alcançar autonomia”, afirma o coordenador do projeto Luiz Antonio Coêlho da Silva, professor de Gestão Pública.

Agricultora em plantação de cebolinha da Cooperativa Espaço Vitória

Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Projeto: Recuperação da Produção Orgânica na Zona Urbana de Cuiabá

Em 2014, a cooperativa Espaço Vitória, em Cuiabá (MT), se viu em uma grave situação, após a falência de uma rede de supermercados. Iniciada em 2000, a coperativa havia se especializado apenas no cultivo de cebolinha para atender às demandas desses supermercados, o que dificultou consideravelmente a busca por novos compradores. Sua receita caiu para menos de 10%. O projeto Recuperação da Produção Orgânica na Zona Urbana de Cuiabá, da UFMT, quer reverter essa situação, diversificando o plantio de temperos da cooperativa, como cúrcuma, coentro, manjericão, orégano, pimenta-do-reino e salsinha. “No primeiro ano, os cooperados aprenderão a cultivar os novos produtos e, no segundo, a industrializá-los”, explica Armando Wilson Tafner Junior, professor da Faculdade de Economia, responsável pelo projeto. Será montada uma pequena agroindústria para realizar a desidratação, para a venda com certificação de orgânico e para aumentar a autonomia da cooperativa.

Estação inicial da coleta de biogás de dejetos da suinocultura sob lona

Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Projeto: Otimização dos Sistemas de Tratamento de Efluentes e Geração de Energia em Suinoculturas

O Vale do Piranga (MG) é o maior polo suinocultor de Minas Gerais, porém muitos produtores enfrentam problemas técnicos e de capacitação, como baixa eficiência do tratamento dos resíduos, dificuldade no aproveitamento energético do biogás (gerado nesse tratamento) e eletricidade excedente na rede de distribuição. O objetivo do projeto Otimização dos Sistemas de Tratamento de Efluentes e Geração de Energia em Suinoculturas, liderado por Ronaldo Perez, professor e coordenador do Centro de Conhecimento em Bioenergia da UFV, é auxiliar cinco suinocultores desse vale a operar máquinas, tratar e gerir resíduos e adotar tecnologias para purificar o biogás. Oferecerá, ainda, treinamentos como em segurança e em finanças pessoais. “O projeto prevê o atendimento a diversas demandas da comunidade,” diz André Pereira Rosa, professor do curso de Engenharia Química. A ideia é que sirva de exemplo para outros suinocultores da região que enfrentam os mesmos problemas.

Evento de apresentação das cartilhas e degustação de produtos do projeto da UFRJ

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Projeto: Beneficiamento de Pescado na Baía de Sepetiba

Além de contribuir com a cadeia produtiva da pesca em uma área que sofre com a perda de zonas próprias para a atividade e com diferentes impactos ambientais, o projeto Beneficiamento de Pescado na Baía de Sepetiba, da UFRJ, tem potencial para diminuir os riscos aos botos cinzas, pelo menor tempo das redes de pesca no mar. A ideia é fazer o melhor aproveitamento do pescado junto às comunidades de pescadores das ilhas de Marambaia e Jaguanum. Com técnicas adequadas de higiene e processamento, desenvolver produtos variados à base de uma massa de peixe denominada Surimi, rica em proteínas e de fácil digestão. “A massa proteica de peixe é conservada em freezer por longos períodos, e pode ser utilizada para produzir doces e salgados, com diferentes formas, cores e aromas", afirma a coordenadora do projeto Ana Lúcia do Amaral Vendramini, professora do curso de Engenharia de Alimentos. Com o melhor aproveitamento do pescado, há a chance de aumento na renda das comunidades, com potencial de venda dos produtos para a Marinha, que controla a área, e para merenda escolar.

Cooperado retorna com fardo de folhas de jaborandi de extrativismo em Parauapebas

Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)

Projeto: Extrativismo do Óleo de Copaíba na Floresta Nacional de Carajás

Incrementar os ganhos dos participantes da Cooperativa dos Extrativistas da Flona de Carajás (Coex-Carajás), em Parauapebas (PA), ampliar o número de cooperados e gerar renda. Esses são os objetivos do projeto Extrativismo do Óleo de Copaíba na Floresta Nacional de Carajás, da UFRA. Para isso, propõe-se a diversificar a produção, tradicionalmente focada na coleta de folhas de jaborandi, e avaliar o potencial de extração sustentável e comercialização do óleo de copaíba (Copaifera spp.). O óleo é muito utilizado na medicina popular e na indústria, especialmente em fármacos e cosméticos. Ameaçada pela concorrência de óleo de jaborandi sintético e pelo aumento da mineração na floresta, a atividade original da cooperativa não é suficiente para garantir a qualidade de vida da comunidade. Serão organizados treinamentos sobre técnicas de extração e beneficiamento, além de encontros de alfabetização. “A vantagem é que a nova atividade é desenvolvida com a floresta em pé, de forma sustentável, ao contrário da mineração, que domina a região”, diz a coordenadora do projeto Andréa Siqueira Carvalho, professora de Ecologia do Campus de Parauapebas.

As coordenadoras do projeto (em pé) em reunião com os principais líderes dos pescadores da comunidade

Universidade Potiguar (UNP)

Projeto: Pesca Sustentável e Geração de Renda

A comunidade de Pedra Grande (RN) conta com pescado abundante, mas a renda da atividade pesqueira não alcança seu potencial por carências em organização. O objetivo do projeto Pesca Sustentável e Geração de Renda, da UNP do campus de Mossoró, é a estruturação da construção de uma cooperativa e organização da atividade econômica relacionada à pesca dessa comunidade, com o apoio de professores e alunos de diversos cursos da instituição. Para que os pescadores entendam a importância do sistema e se adaptem a ele, serão organizados cursos de capacitação em gestão de pescado e segurança. “Também serão trabalhadas técnicas de educação ambiental e preservação do meio ambiente”, afirma Neuma Caroline dos Santos Pereira, coordenadora do projeto em parceria com Tenessee Andrade Nunes, ambas professoras da Escola da Gestão e Negócios da UNP. Uma atividade paralela será o suporte à saúde do pescador.

Atividade de extensão de graduandos com catadores na sede da cooperativa Coobafs

Universidade Salvador (UNIFACS)

Projeto: Coleta Seletiva Solidária – Inclusão Produtiva de Catadores

A proposta do projeto Coleta Seletiva Solidária – Inclusão de Catadores, da UNIFACS, da Rede Laureate, é ampliar os rendimentos dos catadores de materiais recicláveis da Cooperativa de Badameiros de Feira de Santana (Coobafs, BA), promover sua inclusão social e produtiva. Sua estratégia é implementar a coleta seletiva solidária em residências e condomínios em dois bairros dessa cidade, criando Pontos de Entrega Voluntária (PEV), melhorar a eficiência dos processos de gestão e logística e buscar parcerias. “A cooperativa recebe materiais de empresas doadoras, mas alguns vêm misturados com lixo, por não haver coleta seletiva na cidade”, explica a coordenadora do projeto Maria da Conceição Nogueira Correia, professora dos cursos de Administração, Logística e Ciências Contábeis. “Dessa forma, perde-se muito tempo com seleção e triagem”. Após a criação dos PEV, será feito um trabalho de gestão conjunta de cooperados e professores, com análise de custos, acompanhamento e avaliação de todos os aspectos relacionados a logística e operação, inclusive a melhoria das condições de trabalho.

Parceiros

PRÊMIO SANTANDER CIÊNCIA E INOVAÇÃO: Certificado de Autorização SEAE nº 03/0248/2015 - PRÊMIO SANTANDER EMPREENDEDORISMO: Certificado de Autorização SEAE nº 03/0247/2015

PRÊMIO GUIA DO ESTUDANTE – DESTAQUES DO ANO: Certificado de Autorização SEAE nº 03/0242/2015 – PRÊMIO SANTANDER UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA: Certificado de Autorização SEAE nº 03/0245/2015

Revista Digital dos Prêmios Santander Universidades 2015

Reportagem: Lia Silva, Renata Costa, Renato Garcia, Silvia Regina Sousa, Yuri Vasconcelos.

Edição: Lisandra Matias, Paulo Montoia.

Projeto gráfico e desenvolvimento front-end: Alexandre Nacari.

Revisão: José Vicente Bernardo.