Embaixadores - Guilherme Queiroz Fernandes - PUC (Goiás)
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Aperfeiçoamento científico na área de Enfermagem no Chile gera oportunidades para estudante goiano
Arquivo Pessoal
  • Participante do programa de bolsas Ibero-Americanas Santander Universidades 2012, Guilherme Queiroz Fernandes, graduando de Enfermagem da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, cria a Liga Acadêmica de Sistematização da Assistência de Enfermagem, para beneficiar acadêmicos que passarão pela instituição
  • Após vivenciar todos os aspectos de sua profissão no intercâmbio, estudante opta pela carreira de gestão

Uma vida cheia de emoções, descobertas e objetivos é o que procura o jovem de 22 anos, Guilherme Queiroz Fernandes, graduando de Enfermagem da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), que pôde sentir todas essas sensações e ainda se aperfeiçoar no âmbito acadêmico e profissional no Chile, após participar do programa de bolsas Ibero-Americanas Santander Universidades 2012. Voltado para estudantes de graduação de universidades ibero-americanas, a experiência tem o objetivo de fortalecer a internacionalização da atividade acadêmica, criar novas frentes de colaboração e reciprocidade, fortalecer o intercâmbio bilateral e estreitar o relacionamento entre universidades ibero-americanas, por meio da construção de um espaço de conhecimento socialmente responsável.

De agosto a dezembro de 2012, o estudante cursou um semestre de Enfermagem, na Universidade Católica do Norte, na cidade de Coquimbo, interior do Chile.

Guilherme foi o primeiro colocado na seleção dos bolsistas, quando participou do processo da PUC Goiás. A boa classificação deve-se ao seu histórico acadêmico expressivo, por participar de atividades propostas pela universidade em parceria com outros órgãos e por ter sido bolsista PIBIC/CNPq por dois anos. “Isso me propiciou maior confiança num resultado positivo da seleção”, acredita.

Durante a sua estadia, ele participou das aulas de Saúde do Adulto II, voltada para assistência a adultos na área hospitalar, especificamente em clínica cirúrgica; Saúde Comunitária, com destaque à educação e promoção de saúde; Gestão em enfermagem de órgãos de saúde e Yoga, disciplina optativa na qual ele praticava exercícios físicos e mentais. “Todas são áreas que gosto muito dentro do meu curso, mas destacaria Gestão em Enfermagem, sou apaixonado, fascinado por esta parte”, diz.

Para o futuro enfermeiro, o que o marcou nesse período foi poder analisar o quanto a sua área é respeitada no Chile, a forma como os profissionais atuam cientificamente e ampliam o processo organizacional e a importância que tem a sua carreira para a sociedade. “Lá me apaixonei por uma área pouco valorizada pelos enfermeiros brasileiros, fundamental para o desenvolvimento e valorização profissional, que foi a Sistematização da Assistência de Enfermagem, um método em que o enfermeiro utiliza seus conhecimentos técnico-científicos na prática assistencial em geral, organizando condições necessárias para que o cuidado seja realizado”, afirma.

O resultado prático, originado pela paixão que desenvolveu por sistematização da assistência de enfermagem no Chile, foi que ele e outros alunos criaram na PUC Goiás a Liga Acadêmica de Sistematização da Assistência de Enfermagem, que pretende beneficiar diversos acadêmicos que passarão pela universidade, e num futuro beneficiar a população, como já vem beneficiando em alguns casos na aplicação desse método de organização das práticas de enfermagem.

O desejo de criar o diretório surgiu ainda durante a viagem. “Um dia virei para meu colega no qual dividíamos uma casa e disse: voltando ao Brasil, serei presidente do Centro Acadêmico (CA) de Enfermagem da PUC Goiás. Hoje sou presidente do CA e me tornei presidente das biológicas pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes), sendo os dois por eleição direta. Amo tudo isso, gestão faz parte de mim”, anima-se.

Além do fato de poder se aperfeiçoar em sua área, melhorar a habilidade com o idioma espanhol, o intercâmbio permitiu a Guilherme comparar dois sistemas de assistência de enfermagem que possuem diferenças para complementar sua formação. “Hoje creio que tenho algum diferencial em relação a muitos acadêmicos”, garante.

Nem mesmo o terremoto pelo qual passou, enquanto fazia um estágio no setor no pós-operatório em um hospital local, que o assustou muito, atrapalhou tudo o que viveu no Chile. “Foi horrível essa experiência, mas o intercâmbio foi inesquecível”, diz.

Para o futuro, o determinado Guilherme pretende atuar como gestor de algum órgão ou uma empresa com atividades vinculadas a saúde.

Serviço

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